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Gaita Ponto Todeschini 8 Baixos - 1950

Gaita Ponto Todeschini 8 Baixos fabricada em 07/06/1950.


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Hering 8 Baixos - Década de 1950


Gaita Ponto Hering 8 baixos, Fabricada na Década de 1950.

Para a restauração foram executados os seguintes reparos: 

Troca dos Botões, da Vedação das Sapatas e dos Caxilhos,  Limpeza e Troca das Molas da Mecânica, Envernização das Caixas de Ressonancia, Confecção da Tampa, do Espelho do Teclado em Aço Inox Escovado e Afinação 

Antes da Reforma



   

  

 

 Depois da Reforma





 


 












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Hohner Beija Flor - 1951

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Todeschini Unico 300 -1960 - VENDIDA

Restauração Gaita Ponto Todeschini 8 Baixos - Mod. Único 300

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Base de Registros - Padrão Todeschini

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Gaita Ponto Triches & Dal Santo - 12 Baixos

Uma Verdadeira Reliquia !!! Gaita Ponto 12 Baixos Nº de Série 627




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Biografia de Reduzino

Reduzino Malaquias nasceu em Barra do Ijui, região missioneira do Rio Grande do Sul, em 1º de novembro de 1912, Filho de João Malaquias e de Januária Pereira Malaquias. Faleceu no dia 22 de novembro de 1996, em São Nicolau , aos 84 anos. Deixou 42 netos, 40 bisnetos e um tataraneto. Na época, o Prefeito em exercício, Antonio Sérgio Siqueira da Silveira, decretou Luto Oficial por três dias na 1ª Querência do Rio Grande. 

Reduzino fez uma carreira musical desde os oito anos de idade, contabilizou setenta e seis anos de Gaita Ponto durante sua existência. Com sua obra reconhecida no Brasil, na Argentina, Paraguai e Uruguai, sua arte destacada na gaita, que dominou como autodidata. A gaita ponto, popularmente conhecida como de “oito-baixos”, foi seu instrumento inseparável. 

Em 1976, Reduzino Malaquias gravou pela primeira vez junto com o cantor Missioneiro Pedro Ortaça e seu filho Reinaldo Malaquias, o disco intitulado Mensagem dos Sete Povos, contendo músicas imortais, como Rincão dos Maciel, Passo da Laranjeira, Vanerão do Tio Tuco, Urucuá e Bizorro. 

Além da admiração de seus colegas, Reduzino granjeou respeito no cenário musical gaúcho, como escola e como exemplo aos mais jovens artistas. Fiel as suas origens e às raízes missioneiras, deixou verdadeira obra-prima, que ficarão para sempre na memória riograndense.


Disco Solo

Seu disco individual  “REDUZINO MALAQUIAS – O GAITEIRO DAS MISSÕES”  hoje é uma relíquia.
O saudoso Reduzino, lá na estância grande do céu, certamente estará fazendo o que mais gostava: Tocar sua Gaita de Botão.

                                              Fonte: http://www.chasquepampeano.com.br/biografias.html



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Biografia de Mario Zan


Mario Giovanni Zandomeneghi, conhecido artisticamente como Mario Zan, nasceu em 09 de Outubro de 1920, em Veneza, na Itália. Quando o pequeno Mário tinha 4 anos, com uma Itália devastada por duas guerras, seus pais resolveram mudar-se para o Brasil, onde já tinham alguns parentes estabelecidos na região de Catanduva, mais precisamente na cidade de Santa Adélia, interior de São Paulo. Dona Ema e Sr. Giusepe Zandomeneghi e os filhos Ítalo, Ezelina e Mário foram viver na fazenda Santa Sofia, da familia Dumont, onde trabalharam até 1932. Nas festas da colônia, dos imigrantes, nas fazendas da região, é que o menino Mario sentiu interesse em aprender o acordeon. Ele ficava encantado ao ver os adultos tocando aquele instrumento tão complexo. Até que um dia, Sr. Giusepe comprou um acordeon para o irmão mais velho Ítalo. O pagamento foi uma carabina e alguns mil réis. Acontece que quem se interessou mesmo pela sanfona, foi o caçula Mário, que não largou mais o instrumento e começou a tirar vários sons, aprendendo sozinho a tocar. Aos 10 anos, Mário tocou seu primeiro baile, em cima de uma mesa. Foi um casamento na roça e a partir daí não parou mais. Foi apelidado na região de "O moleque da sanfona".

Quando a familia mudou-se para São Paulo, estabeleceram-se no bairro do Ipiranga, reduto de imigrantes. Mário então começou a ter aulas de acordeon com o professor Angelo Reali, para "saber o que estava fazendo". Adolescente, além do estudo do acordeon, começou a trabalhar numa fábrica de meias femininas e a noite, tentava a sorte nas rádios da capital paulista, em programas de calouros. Mario Zan tocava de tudo - até mesmo o tango e o choro. A primeira oportunidade para se apresentar no rádio aconteceu na Educadora Paulista, atual Gazeta. Participou do programa de calouros "Peneira Roldini" e levou o primeiro lugar com o choro Tico-Tico no Fubá (Zequinha de Abreu), acompanhado do Regional de Zé da Pinta. O diretor artístico da Tupi, Armando Bertoni, ouviu sua performance, gostou e deu ao garoto meia hora para se apresentar na emissora. O primeiro emprego artistico, no entanto, só conseguiu na recém-inaugurada rádio Bandeirantes, que funcionava na movimentada rua São Bento, centro de São Paulo. Ao chegar, conheceu Walter Foster, futuro galã da televisão, que lhe fez um favor: ao ouvir o nome do jovem sanfoneiro, perguntou-lhe quem iria decorar aquele Zandomeneghi e simplificou-o para Mario Zan. "Esse sim, é um nome forte!", teria dito Foster. Na mesma emissora, o instrumentista era identificado como "O sanfoneiro que brinca com o teclado". Em seguida, teve uma breve passagem na Nacional paulista, onde acompanhou a dupla Palmeira e Piraci.
Começava a década de 40, auge dos cassinos. O apogeu dos artistas era tocar nos cassinos cariocas e das cidades balneárias. Mário largou tudo em São Paulo e foi tentar a sorte no Rio de Janeiro, junto com seus colegas de música, a dupla Palmeira e Piraci. Lá fez testes em vários cassinos e enquanto isso, conseguiu emprego como músico num "táxi dance". Quem lhe ofereceu essa vaga foi Luis Gonzaga, homem de coração generoso que de cara se ofereceu para ajudar o "moleque da sanfona". Contava Mário que Gonzagão, ao ver sua condição paupérrima, tentando a sorte na cidade maravilhosa, ofereceu a sua vaga de músico no "samba dance" pro moleque tocar e foi arrumar emprego em outro salão. Mário Zan foi-lhe amigo e grato para o resto da vida. Gonzagão sempre dizia que ele era o "rei do baião", mas o "rei da sanfona" era Mário Zan.
Tocando no "samba dance" e continuando a fazer testes nos cassinos, um dia Mário Zan conheceu o diretor do cassino Atlântico, o grande homem do teatro, o polonês Ziembinsky. Ele gostou muito do trabalho do rapaz, mas disse-lhe que nunca Mário tocaria no Cassino Atlântico sentado. "O artista tem que dominar o palco, preenchê-lo. Sentado é mais dificil você dominar uma platéia. Treine quinze dias na frente do espelho tocando de pé meu rapaz e volte aqui". E foi o que Mário fez. Treinou muito e voltou quinze dias depois, apresentando-se a Ziembinsky tocando seu acordeon de pé e foi admitido imediatamente. A partir dai, nunca mais Mário Zan apresentou-se publicamente tocando sentado. 
Mário começou a fazer todo o circuito dos cassinos do Rio de Janeiro, Quitandinha, em Petrópolis, os das cidades da baixada santista e cidades balneárias do interior de Minas Gerais.
Em 1944, gravou seu primeiro disco, em 78 rotações, pela gravadora Continental. De um lado, a milonga argentina "El Choclo" e do outro a valsa de sua autoria "Namorados".
Em 1946, o Presidente Dutra proíbe o jogo no Brasil e Mário como todos os artistas da época se veem desesperados, pois o principal local de trabalho da classe acabara. Mário e seus colegas começaram então a excursionar pelo interior do Brasil com circos e tocando em cinemas. Viajaram por Minas Gerais, Interior de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso. Eram excursões que duravam 6 meses, um ano... O único meio de correspondência com a família na época era telegrama e olhe lá... Ao excursionar pelo Mato Grosso, Mário encantou-se pela região e compôs diversas canções inspirado nos ritmos que conheceu por lá, como a guarânia, a polca paraguaia e o rasqueado. Em companhia de Nhô Pai (do trio Nho Pai, Nhá fia e Capitão Furtado), compôs clássicos como "Ciriema", inspirados no canto do pássaro tipico da região, entre outros. Em Corumbá, hospedou-se no hotel São Bento, que ficava as margens do Rio Paraguai. Haviam chegado na cidade nas embarcações típicas da região que recebem o curioso nome de "Chalana". Mário gostou do nome e observando as embarcações que iam e vinham, compôs o rasqueado "Chalana", que ganhou uma linda letra pelas mãos de Arlindo Pinto. Essa música foi gravada pela primeira vez pelo Duo Brasil moreno e ganhou destaque na década de 70, quando Sergio Reis a gravou e posteriormente em 1990, quando foi trilha sonora da novela Pantanal da Tv Manchete, na voz de Almir Sater.
Seu primeiro grande sucesso foi a musica "Segue seu Caminho", em parceria com Arlindo Pinto, gravado por Solon Sales. Mais uma vez, Luiz Gonzaga ajudou o amigo. Como Mario vendeu muitos discos em 1946, Gonzaga sugeriu que o contratassem para ocupar seu lugar de solista na gravadora RCA Victor, onde posteriormente gravaria mais de 300 discos 78 rpm e mais de 40 LPs. A indicação de Luiz Gonzaga teve a ver com uma mudança em sua carreira que ocorria naquele momento. O pernambucano começava uma bem-sucedida experiência como cantor de suas músicas. 
A explosão de Mario Zan aconteceu em 1954, durante as comemorações do quarto centenário da fundação da cidade de São Paulo, quando homenageou a data com seu hino homônimo. Morador do Ipiranga, acompanhando as obras que aconteciam para as comemorações do aniversário da cidade, inspirou-se em compor em parceria com J. M. Alves, que fazia parte da banda da policia militar, um hino em comemoração a cidade que tanto o acolhera bem. O disco, lançado pela RCA Victor, vendeu 1 milhão de cópias em poucos meses e se tornou um marco na discografia nacional.
Dizia-se na época que a marca superou de longe o número de vitrolas em funcionamento no país. Até quem não tinha o aparelho levou uma cópia para casa. Outros compraram mais de uma cópia, já que os 78 rpm quebravam com facilidade. E o disco continua em catálogo: acumula 10 milhões comercializados desde que surgiu em 78 rpm - depois reeditado em LP e na versão CD. Mário tocou seu hino de sucesso extraordinário na inauguração do Estádio do Pacaembu, acompanhado pela Miami Jackson Band, uma das grandes bandas de jazz dos Estados Unidos, em meio à uma chuva de prata, que marcou o quarto centenário de São Paulo.
Em 1958, compôs em parceria com Palmeira, seu maior sucesso internacional "Os homens não devem chorar", inspirado em dois romances vividos por ele. Essa música nasceu uma guarania, que ganhou o nome de "Nova Flor" e depois virou o bolero "Os homens não devem chorar". Esta canção acumula gravações de mais de 200 intérpretes em toda a América Latina, Estados Unidos, Portugal, França, Alemanha, Austria, China e Japão. Em inglês, ganhou o título de "Love Me Like a Stranger" e foi tema da novela "Pecado capital" da Rede Globo. Na Alemanha, o cantor Howard Carpendale também regravou a música no CD "Fremde oder Freunde", acompanhado por orquestra. A canção atingiu o primeiro lugar nas rádios logo após seu lançamento. Mas foi em toda a América Latina que "Los Hombres No Deben llorar" arrebatou lágrimas masculinas. São mais de 200 os registros fonográficos - principalmente no México, onde Los Hombres No Deben Llorar fez com que Pedro Fernández vendesse mais de 2 milhões de cópias de um único CD e foi tema da novela "Sentimientos Ajenos" da Televisa, em 1996. Na Europa, também foi gravada recentemente por Julio Iglesias e no Brasil, ganhou regravação por Roberto Carlos e pela dupla Bruno e Marrone.
Mário Zan teve enorme contribuição para a festa junina brasileira. Um de seus maiores sucessos é "Festa na Roça", em parceria com Palmeira, que se tornou um clássico indispensável para quadrilha junina. "Festa na roça" é considerada a "rainha das festas juninas". Além de mais de 30 composições típicas, lançou em disco uma série de marcações para quadrilhas e em outra faixa, a quadrilha só tocada, para ser dançada livremente em todos os lugares (escolas, teatros, festas em geral). Enfim, onde tem Festa Junina, Mario Zan sempre está presente de alguma forma.
Nos anos 70, Mário Zan foi dono de diversas casas de shows na capital paulista e interior, onde levava os principais artistas da época para grandes apresentações, como Roberto Carlos, Chacrinha, Sérgio Reis, Luis Ayrão, Luis Gonzaga, Sidney Magal, entre outros.
Seu nome e retrato estão expostos no Museu de Artes de Frankfurt, Alemanha, ao lado de grandes instrumentistas de todos os tempos. Sua presença está justificada como o "acordeonista mais sentimental de todos os tempos". Na Cidade do México, já recebeu diversas homenagens devido ao sucesso de suas músicas naquele país. Em São Paulo, foi condecorado com a comenda José Bonifácio e com a chave da cidade de São Paulo. Ganhou o troféu Roquete Pinto em 1954, pela música "Quarto centenário". Recebeu pelo Mato Grosso a comenda da ordem do mérito matogrossense, das mãos do governador Blairo Maggi em 2006. Pelo Mato Grosso do Sul, recebeu das mãos do governador Zeca do PT, em 2006, comenda e homenagem no Festival América do Sul em Corumbá (cidade natal de Chalana).
Nunca parou. A música era sua paixão. Tocou em shows e bailes pelo Brasil até o final de sua vida. Entre 1997 e 1999, apresentou ao lado de sua filha, a cantora Mariangela Zan, o programa "Mário Zan e seus convidados" na Rede Vida de televisão, todos os domingos, as 10 horas da manhã, programa este que fez muito sucesso, por levar a boa música brasileira a todos os cantos do País.
Em 2004, compôs em parceria com André Dias e Meire Parce, uma canção comemorativa pelos 450 anos de São Paulo e fez linda apresentação no reveillón da Avenida Paulista 2003/2004, onde foi extremamente homenageado pela prefeitura de São paulo e dois inesquecíveis shows na maior sala de concertos do Brasil, a Sala São Paulo, onde recebeu bela homenagem do governo do estado de São Paulo. Neste mesmo ano, foi homenageado no carnaval pela escola de samba paulistana "Rosas de ouro", onde desfilou no alto do último carro alegórico da escola, junto ao simbolo dos 450 anos de São Paulo.
Simples, cheio de vigor e muito simpático, Mario não aparentava o que realmente era: um dos grandes compositores populares do século XX no Brasil, autor de algumas dezenas de sucessos entre as mais de trezentas músicas que compôs com sua inseparável sanfona, desde 1943, sua companheira, feita especialmente para ele, na Itália, gravada com seu nome e com teclados em madrepérola e detalhes em pedras preciosas. Casamenteiro como ele só (foram 7 casamentos!) Mario dizia que das mulheres ele se separava, mas da fiel companheira, a sanfona, nunca, em hipótese alguma... Lamentávelmente, após o velório dele, esta sanfona foi furtada e encontra-se desaparecida até hoje.
Mario Zan era encantado pela história da Marquesa de Santos, tanto que durante 15 anos, manteve a manutenção da sepultura dela no cemiterio da Consolação em São Paulo. Considerava-a uma "santa", por ter sido benemérita com os pobres de sua época, pagava estudo para crianças pobres, deixou bens para seus escravos, enfim, atitudes que encantavam Mário Zan. Sua admiração era tanta que colocou na cabeça que sua última morada teria que ser em frente a sepultura dela, no cemiterio da Consolação. Durante anos, batalhou e conseguiu construir seu túmulo em frente ao da Marquesa. Tinha três últimos desejos: que a filha Mariangela sempre mantivesse o túmulo da Marquesa conservado; ser velado na Assembléia Legislativa (por sua contribuição a São Paulo) e ser sepultado em frente a Marquesa de Santos no Cemiterio da Consolação.
Cheio de vigor como sempre foi, fez dez shows nas festas juninas de 2006 e em seguida entrou em estúdio para a gravação de um Cd em homenagem ao Mato Grosso. Durante a gravação deste disco, começou a sentir os primeiros sinais que sua fantástica trajetória estava chegando ao final. No dia 08 de novembro de 2006, seu acordeon emudeceu para sempre... Faleceu em São Paulo...Seu velório na Assembléia Legislativa reuniu milhares de pessoas, entre amigos, fãs, admiradores e imprensa. Seu sepultamento no dia 09 de novembro de 2006 arrastou uma multidão pro cemitério da Consolação.
Sua filha Mariangela continua cuidando das sepulturas da Marquesa de Santos e também da de Mário Zan, em frente. Estão entre os tumulos mais visitados do Cemitério da Consolação.
Recebeu da Prefeitura de São Paulo duas lindas homenagens póstumas: A Casa de Cultura Mário Zan, localizada no bairro da Penha e a Praça Mário Zan, localizada no bairro do Ipiranga, inaugurada em março de 2008, com um grande show da Orquestra Sanfônica de São Paulo, regida pela maestrina Renata Sbrigh e grandes artistas da musica brasileira e as presenças do Prefeito Gilberto Kassab, Vereadores, secretários municipais e familiares de Mário Zan.
Músicas de Autoria de Mário Zan
- 150 Anos de Independência (Salve o Sesquicentenário) - Antonio Carlos Gomes e Mário Zan
- 25 de Dezembro - Palmeira e Mário Zan
- Abandonada - Mário Zan e Palmeira
- A Baratinha (Adaptaçao de La Cucaracha) - Mário Zan
- A Bela Adormecida do Bosque - Mário Zan
- Acertando o Passo - Mário Zan e Ângelo Reale
- A Culpada - Nhô Pai e Mário Zan
- Adeus Querência - Mário Zan e Alberto Calçada
- A Florista - Mário Zan
- Além Fronteira - Mário Zan e Duo Irmãs Celeste
- A Mulher que o Trem Matou - Mário Zan
- A Qaudrilha - Mário Zan
- A Verdadeira Quadrilha - Mário Zan
- Abandonada - Palmeira e Mário Zan
- Acende a Fogueira - Mário Zan
- Acertando o Passo - Ângelo Russo Reale e Mário Zan
- Acorda Moçada - Mário Zan
- Adeus Querência - Mário Zan
- Agarradinho - Mário Zan
- Agora é Tarde - Mário Zan
- Ai que Medo - Elpydio dos Santos e Mário Zan
- Alvorada Tupi - Nonô Basílio e Mário Zan
- Amando em Segredo - Mário Zan
- Amigo da Onça - Mário Zan e Messias Garcia
- Amor a Bordo - Mário Zan
- Amor e Ciúme - João Alves dos Santos e Mário Zan
- Amor por Amor - Mário Zan
- Amor Sem Fim - Mário Zan
- Anchieta - Mário Zan e Messias Garcia
- Apenas uma Cartinha - Arlindo Pinto dos Santos e Mário Zan
- Aquela Fotografia - Domingos Pereira da Silva e Mário Zan
- Arrasta-pé na Tuia - Mário Zan
- Arrasta-pé - Mário Zan
- Arrebenta a Bexiga - Arlindo Pinto dos Santos e Mário Zan
- Arroz à Carreteiro - Palmeira e Mário Zan
- Assanhadinha - Ângelo Reale e Mário Zan
- Assim é a Quadrilha - Mário Zan e Messias Garcia
- Assim é o Maxixe - Mário Zan e Rubens de Moraes Sarmento
- Ausência - Arlindo Pinto dos Santos e Mário Zan
- Aventureiro - Carlos Paviani e Mário Zan
- Ba che Não te Conto - Mário Zan
- Bagdad - Mário Zan
- Bahia Meu Deus do Céu - Zé do Rancho e Mário Zan
- Baiana no Samba - Adinaldo Rodrigues, Francisco Formaggi e Mário Zan
- Baião da Saudade - Mário Zan
- Baile do Chicão - Mário Zan e Dino Franco
- Baile na Roça - Mário Zan
- Baile no Galpão - Mário Zan
- Bailinho da Roça - Mário Zan
- Balançando a Roseira - Mário Zan
- Balanceio - Mário Zan e Arlindo Pinto
- Balão Bonito - Mário Zan e Messias GArcia
- Baratinha - Mário Zan
- Batuque de Umbigada - Mário Zan e Valdete Alves da Silva
- Batuque na Cozinha - Mário Zan
- Bavariana - Mário Zan
- Bebendo Chope - Mário Zan e Teixeira Filho
- Bela Adormecida do Bosque - Mário Zan
- Bicho Carpinteiro - Mário Zan e Ângelo Reale
- Biduzinha - Mário Zan
- Boiadeiro Triste - Palmeira e Mário Zan
- Bolero - Mário Zan e Plínio Barranqueiros
- Bom de Bico - Ivani de Andrade Soares e Mário Zan
- Bom Dia Fronteira - Mário Zan
- Bom Dia Seu Antero - Mário Zan
- Bonita e Valente - Plameira e Mário Zan
- Botãozinho Mimoso - Mário Zan e Mathias da Cruz
- Brincando com o Teclado - Mário Zan e Nicola Caporrino
- Caforinga - Mário Zan e Osmar Zan
- Cafuringa - Mário Zan
- Caipirinha - Altamiro Carrilho e Mário Zan
- Calango Nordestino - Manoel da Rosa e Mário Zan
- Calango Nordestino - Mário Zan
- Calendário da Vida - Mário Zan e Nonô Basílio
- Caminhos Diferentes - Mário Zan e Messias Garcia
- Can Can Francês - Mário Zan
- Cana Moída - Mário Zan e Miguel Lopes Rodrigues
- Cana Verde - Mário Zan
- Cansado de Sofrer - Nízio e Mário Zan
- Canta Canta Pantaneira - Mário Zan e Dino Franco
- Canta Canta Pantaneira - Mário Zan
- Cantando - Arlindo Pinto dos Santos e Mário Zan
- Cãozinho Sem Dono - Mário Zan
- Capricho Cigano - Mário Zan e Messias Garcia
- Carinhosa - Mário Zan
- Carnaval de Veneza - Mário Zan
- Casamento de Mariazinha - Hélio Rodrigues Sindeaux e Mário Zan
- Catita - Mário Zan e Walter Amaral
- Céus de Goiás - Palmeira e Mário Zan
- Chalana - Arlindo Pinto dos Santos e Mário Zan
- Chapéu de Palha - J. B. Martins Ramos e Mário Zan
- Charleston da Saudade - Mário Zan e Messias Garcia
- Charleston Zan - Mário Zan
- Chegou o Sanfoneiro - Jair Silva e Mário Zan
- Chiapanecas - Mário Zan
- Chico Lascado - Mário Zan
- Chorando Baixinho - João Batista da Silva e Mário Zan
- Chorando com a Cuíca - Mário Zan e Messias Garcia
- Choro Bossa Nova - Mário Zan
- Choro Chorão - Mário Zan e Valdete
- Choro da Saudade - Mário Zan e Ângelo Reale
- Choro do Marreco - Mário Zan
- Choro na Bossa - Mário Zan
- Choro Por Gostar de Alguém - Mário Zan
- Choro Por Você - Mário Zan
- Chorobambo - Ângelo Russo Reale e Mário Zan
- Chotis da Vovó - Mário Zan e J. M. Alves
- Cidades de Mato Grosso - Arlindo Pinto dos Santos e Mário Zan
- Cielito Lindo - Mário Zan
- Ciriema - Nhô Pai e Mário Zan
- Colhendo Uvas - Mário Zan
- Colher de Chá - Mário Zan e Otaviano Ceregati
- Condenada - Arlindo Pinto dos Santos e Mário Zan
- Cor de Canela - Palmeira e Mário Zan
- Coração Sem Dono - João Alves dos Santos e Mário Zan
- Corimbatá - Palmeira e Mário Zan
- Corrida de Cavalos - Mário Zan
- Criança Sapeca - Nonô Basílio e Mário Zan
- Dança no Fogo - Mário Zan
- Dançando a Quadrilha - Mário Zan e Mauro Pires
- Dançando a Tarantela - Mário Zan
- Dançando no Fogo - Mário Zan
- Dançando o Baião - José Manoel Alves e Mário Zan
- Dançando o vanerão - José Fernandes (Naneco) e Mário Zan
- Danúbio Azul - Mário Zan
- De Cartola e Bengala - Mário Agnaldo Marcondes de Souza e Mário Zan
- De Pochoréu a Gatinho - Mário Zan
- De Sul a Norte - Mário Zan
- Decadência - Arlindo Pinto dos Santos e Mário Zan
- Desespero de Amor - Cirilo, R. Zayas, Chinita de Nicola e Mário Zan
- Desfile da Banda - Mário Zan
- Desilusão - Mário Zan e Otaviano Ceregati
- Desquite no Samba - Mário Zan e Plínio Barrangueiros
- Dicen que Los Hombres No Deben Llorar - Argemira Fleming Mullero, José Ubaldo Avila Brito, Mário Zan
- Dizem que os Homens não Devem Chorar - Palmeira e Mário Zan
- Dois Amigos - Ângelo Russo Reale e Mário Zan
- Dois Amores - Mário Zan e Messias Garcia
- Dois Bicudos Não se Beijam - Mário Zan
- Don Pedrito - Mário Zan
- Dom Quixote - Mário Zan e Alberto Calçada
- Dona Candinha - Mário Zan
- É Bom Demais - Mário Zan
- É Ele um Bom Companheiro - Juvenal Fernandes e Mário Zan
- Elétrico - Mário Zan
- Engraçada - Mário Zan e Rogério Décio Gauss Junior
- Engraçadinha - Mário Zan
- Escravo do Amor - Mário Zan e Messias Garcia
- Espalha Brasa - Mário Zan e Mário Vieira
- Esquentando o Baile - Mário Zan
- Essa é Boa - Mário Zan
- Essa é Quente - Mário Zan
- Estou na Minha - Mário Zan
- Eta Churrasco Bom - Mário Zan
- Eterna Saudade - Mário Zan
- Eterno Amor - Mário Zan
- Eu e Você - Mário Zan
- Eu Sou Gaúcho - Arlindo Pinto dos Santos e Mário Zan
- Eu te Amei - Mário Zan
- Falando de Amor - Mário Zan
- Falem de Mim - Mário Zan e Messias Garcia
- Falso Amor - Mário Zan
- Faz Muito Tempo - José Domingos da Silva e Mário Zan
- Festa da Colheita - Mário Zan
- Festa do Chope - Mário Zan
- Festa Espanhola - Arlindo Pinto dos Santos e Mário Zan
- Festa na Roça - Palmeira e Mário Zan
- Festa no Galpão - Biagio Baccarin e Mário Zan
- Festa Pantaneira - Mário Zan e Dino Franco
- Festa Paraguaia - Mário Zan e Dino Franco
- Festa Sertaneja - Mário Zan
- Flor de Tupã - Mário Zan e Palmeira
- Fogueteira - Mário Zan e Messias Garcia
- Forró do Cavalieri - Hélio Cavalieri e Mário Zan
- Forró do Jabaquara - Mário Zan
- Forró do Luna - Mário Zan
- Forró no Jabaquara - José Rufino Barbosa e Mário Zan
- Fremde Oder Freunde - Palmeira e Mário Zan
- Frevo no Rio - Ângelo Russo Reale e Mário Zan
- Fritz na Gafieira - Mário Zan
- Funga Funga do Sanfoneiro - Palmeira e Mário Zan
- Gaiteiro Apaixonado - Carlos Correia de Mello e Mário Zan
- Gaiteiro Apaixonado - Mário Zan
- Galho da Limeira - Hélio Vieira Lins e Mário Zan
- Garimpeiro - Mário Zan
- Gaúcho Apaixonado - Mário Zan e Morocho
- Gaúcho Sonhador - Mário Zan
- Gostosinho - Mário Zan e Messias Garcia
- Gostoso - Mário Zan e Messias Garcia
- Gotas de Orvalho - Mário Zan
- Graciosa - Mário Zan
- Hino da Marinha - Mário Zan
- Iê Iê Xote - Mário Zan e Wagnésio Alves Dias
- Inconsciência - Mário Zan e Arlindo Pinto
- Indeciso - Mário Zan
- Ingratidão (Orgulhoso) - Nhô Pai e Mário Zan
- Iracema - João Alves dos Santos e Mário Zan
- Janelinha Escura - Ângelo Russo Reale e Mário Zan
- Jardim do Amor - Mário Zan
- Je T'aime Comme Avant - Palmeira e Mário Zan
- Jogo da Vida - Mário Zan e Plínio Barrangueiros
- Junto a Mim - Mário Zan
- Junto de Ti - Mário Zan e Messias Garcia
- Jussara - João da Silva e Mário Zan
- Keep it Sentimental - Palmeira e Mário Zan
- Lábios Mentirosos - Mário Zan
- Laço de Fita - Mário Zan e Messias Garcia
- Lamento de Boiadeiro - Mário Zan e Palmeira
- Largando Brasa - Mário Zan
- La Spagnola - Mário Zan
- Lá Vem a Chuva - Mário Zan
- Lenda de uma Flor - Mário Zan
- Leva Este - Mário Zan e Vanderlei Zandomenighi
- Limpa Banco - Mário Zan
- Linda - Mário Zan
- Linda Forasteira - Mário Zan e Nonô Basílio
- Linda Gauchinha - José Délio Sanches e Mário Zan
- Linda Matogrossense - Mário Zan
- Linda Moreninha - Mário Zan e Osmar Zan
- Língua de Sogra - Palmeira e Mário Zan
- Los Hombres No Deben Llorar - Palmeira e Mário Zan
- Love me Like a Stranger - Palmeira e Mário Zan
- Luar de Uberlândia - Mário Zan
- Madame Tercina - Mário Zan
- Malandrinha - Constantino Gallardi e Mário Zan
- Malicioso - Célio Cassiano Chagas e Mário Zan
- Manakiriki - Elpídio dos Santos e Mário Zan
- Mandando Brasa - Mário Zan
- Mané Seresteiro - Mário Zan e Messias Garcia
- Manhoso - Mário Zan
- Marcando a Quadrilha - Mário Zan
- Mar de Esperança - Mário Zan
- Maracaju Menina Moça - Mário Zan
- Maria Florisbela - Mário Zan e Reinaldo Santos
- Maria Fuleira - Mário Zan
- Marinheiro - Palmeira e Mário Zan
- Mário Zan em Madri - Mário Zan
- Maruca do Sertão - Mário Zan
- Maxixe Pra Dois - Mário Zan e Mário Vieira
- Mentira - Mário Zan e Geraldo Costa
- Meu Barquinho - Mário Zan e Laranjinha
- Meu Brasil - Mário Zan
- Meu Neguinho - Mário Zan
- Meu Noivo Toca Tuba - Elpídio dos Santos e Mário Zan
- Meu Primeiro Beijo - Cláudio de Barros e Mário Zan
- Meu Sofrer - Ângelo Russo Reale e Mário Zan
- Meu Tempo de Menino - José Rufino Barbosa e Mário Zan
- Minha Alma - Mário Zan
- Minha Caboclinha - Mário Zan e Miguel Lopes Rodrigues
- Minha Doce Mãezinha - Alfredo Custódio e Mário Zan
- Minha Linda Gauchinha - Mário Zan
- Minha Linda Matogrossense - Mário Zan
- Minha Linda Uruguaiana - Mário Zan
- Minha Mágoa - José Domingos da Silva e Mário Zan
- Minha Milonga - Celi da Silva Firmino e Mário Zan
- Minha Prece - Mário Zan e Arlindo Pinto
- Minha Sombra é Você - Mário Zan e Messias Garcia
- Minha Última Serenata - Mário Zan e Paraguassu
- Mirassol - Antonio Onofre Figueiredo e Mário Zan
- Momentos de Amor - Mário Zan
- Morena da Cor Anay - Mário Zan
- Morena Dengosa - Mário Zan
- Morena de Quize Anos - Mário Zan
- Mulher de Pedra - Mário Zan
- Na Sombra do Gaúcho - Mário Zan
- Namorados - Luiz Alexandre da Cruz Coelho e Mário Zan
- Não - Mário Zan
- Não Darei Perdão - Mário Zan
- Não me Esqueças - Juan Gabriel - Versão: Mário Zan
- Não me Perturbes - Mário Zan e Mathias da Cruz
- Não Vou Brincar - Arlindo Pinto dos Santos e Mário Zan
- Nasci Para Você - Mário Zan e Messias Garcia
- Natal de Minha Terra - Palmeira e Mário Zan
- Natal no Sertão - Palmeira e Mário Zan
- Nóis Vai - Arlindo Pinto dos Santos e Mário Zan
- Nóis Vai - Elpídio dos Santos, Mário Zan e Nadyr Bertevello
- Nossa Amizade - Ângelo Reali Filho e Mário Zan
- Nossa Bandeira - Mário Zan
- Nossa Casinha - Mário Zan
- Nossa Felicidade - Arlindo Pinto dos Santos e Mário Zan
- Nosso Brasil - Arlindo Pinto dos Santos e Mário Zan
- Nostalgia do Paraguay - Mário Zan e Palmeira
- No Tempo da Vovó - Antonio Marchi e Mário Zan
- Nova Flor - Palmeira e Mário Zan
- Nueva Flor - Palmeira, José Ubaldo Avila Brito e Mário Zan
- Nuis Vai - Arlindo Pinto dos Santos e Mário Zan
- Nuis Vai - Elpydio dos Santos, Mário Zan e Nadir Bertevelo
- O Amor e a Flor - José Aparecido de Genova e Mário Zan
- O Amor Mais Puro - Mário Zan
- O Balanceio - Arlindo Pinto dos Santos e Mário Zan
- O Chorão - Mário Zan
- O Chotis da Vovó - José Manoel Alves e Mário Zan
- O Errado Sou Eu - Mário Zan
- O Estoro da Boiada - Mário Zan e Arlindo Pinto
- Oh Ciriema - Mário Zan
- Ondas do Danúbio - Mário Zan
- O Pulo do Gato - Mário Zan
- O que a Outra Escreveu - José Domingos da Silva e Mário Zan
- O que Restou - José Domingos da Silva e Mário Zan
- O que Vou Fazer - Nilsen Ribeiro e Mário Zan
- Orgulhoso - João Alves dos Santos e Mário Zan
- Os Homens Não Devem Chorar - Palmeira e Mário Zan
- Os Sabiás do Sertão - Mário Zan
- Os Sabiás Não Cantam Mais - Mário Zan
- O Trem Apitou - Arlindo Pinto dos Santos e Mário Zan
- Ou Vai ou Racha - Mário Zan
- Ouça Meu Amigo - Mário Zan e Otaviano Ceregati
- O Vento - José Domingos da Silva e Mário Zan
- O Velho Pipoca - Mário Zan, Brinquinho e Brioso
- O Xote da Vovó - J. M. Alves e Mário Zan
- Padre Donizete - Mário Zan
- Papo Furado - Mário Zan e Oswaldo Guilherme
- Partirei Sem Despedida - Mário Zan e Dino Franco
- Pé de Moleque - Antonio Castelli e Mário Zan
- Pedido a São João - Antonio Castelli e Mário Zan
- Pedregulho - Mário Zan e Ângelo Reale
- Pega a Reta - Arlindo Pinto dos Santos, Gino Cortopassi e Mário Zan
- Peixe Vivo - Palmeira e Mário Zan
- Pelejo pra te Deixar - Palmeira e Mário Zan
- Peneirando - Mário Zan
- Pensando em Ti - Mário Zan e Osmar Zan
- Pensando em Ti - Mário Zan
- Perambulando - Arlindo Pinto dos Santos e Mário Zan
- Pernambucano - José Rufino Barbosa e Mário Zan
- Pérolas de Amor - Mário Zan e Vanderlei Zan
- Picolé de Cachaça - Henrique Gonçalves da Silva e Mário Zan
- Piraporinha - Mário Zan
- Pisei na Brasa - Mário Zan e Messias Garcia
- Pixoxó - Palmeira e Mário Zan
- Pó de Mico - Palmeira e Mário Zan
- Polca Nº 1 - Mário Zan
- Polca Pipa - Palmeira e Mário Zan
- Polka Nº 1 - Mário Zan
- Pombinha Branca (La Paloma) - Mário Zan
- Por Este Amor - Mário Zan
- Por Orgulho - R. R. Chavez - Versão: Mário Zan
- Porto do Amor - Mário Zan
- Porto Sereno - Mário Zan
- Prenda Minha - Mário Zan
- Primeiro Centenário - Mário Zan
- Puladinho - Mário Zan e Miguel Lopes Rodrigues
- Quadrilha Completa - Mário Zan
- Quadrilha Marcada - Mário Zan
- Quadrilha Tocada - Mário Zan
- Quarto Centenário - José Manoel Alves e Mário Zan
- Quatrocentos Anos de Glória - Mário Zan e Walter Amaral
- Que Bom Voltar - Henrique Gonçalves da Silva e Mário Zan
- Que Linda é a Vida - Mário Zan e Ângelo Reale
- Que Lucro Dá - Mário Zan e Geraldo Costa
- Querida Clementina - Juvenal Fernandes e Mário Zan
- Quisera Saber - Mário Zan
- Rabo de Galo - Mário Zan
- Rasqueado Apaixonado - Arlindo Pinto e Mário Zan
- Rebola Bola - Ângelo Reale e Mário Zan
- Rebola Bola - Mário Zan
- Rebolando - Ângelo Russo Reali e Mário Zan
- Recadinho - Mário Zan
- Recordações - Palmeira e Mário Zan
- Recordando Mato Grosso - Mário Zan
- Relâmpago - Mário Zan
- Remexe Mexe - Manoel da Rosa e Mário Zan
- Revivendo - Mário Zan e Messias Garcia
- Rio Quarto Centenário - Mário Zan
- Rola Mensageira - Mário Zan e Arlindo Pinto
- Rosas do Sul - Mário Zan
- S.O.S. - Ângelo Russo Reale e Mário Zan
- Sabidinho - Mário Zan e Osmar Zan
- Sai Dessa - Mário Zan e Messias Garcia
- Salve a Maior - Mário Zan e Messias Garcia
- Samba da Saudade - Ângelo Russo Reale e Mário Zan
- Sanfonando - Mário Zan
- Sanfoneiro de Pirituba - Mário Zan e Mathias da Cruz
- Sanfoneiro Folgado - Mário Zan e Mário Pinto da Motta
- Santa do Meu Coração - Ângelo Russo Reali e Mário Zan
- Santa Lúcia - Mário Zan
- Santos Dumont - Mário Zan
- São João Sem Balão - Mário Zan e Messias Garcia
- São Paulo 450 Anos - André Dias, Mário Zan e Meire Batista de Oliveira Resende
- Sapecando - José Manoel Alves e Mário Zan
- Saudade - Mário Zan e Messias Garcia
- Saudade da Querência - Mário Zan
- Saudade de Crisciúma - Mário Zan
- Saudade de Minas Gerais - Mário Zan
- Segue Teu Caminho - Arlindo Pinto dos Santos e Mário Zan
- Seguiste Teu Caminho - Mário Augusto dos Santos e Mário Zan
- Sem Descanso - Ângelo Russo Reale e Mário Zan
- Sentimental - Mário Zan
- Sentimento Cigano - Mário Zan
- Serelepe - Mário Zan
- Silvino Rodrigues - Mário Zan
- Só Para Você - Mário Zan e Messias Santos Garcia
- Só Rindo - Mário Zan
- Sofisticado - Mário Zan e Mariosi
- Sofrer de um Coração - Ângelo Russo Reale e Mário Zan
- Soldado - Mário Zan
- Sombra e Água Fresca - Mário Zan
- Somente Deus - Mário Zan e Messias Garcia
- Somos Treis - Mário Zan e Messias Garcia
- Sonho de Pobre - Palmeira e Mário Zan
- Sorrindo - Mário Zan
- Sou Gaúcho - Mário Zan
- Sou Roceira - Mário Zan
- Tango Para Dois - José Aparecido de Genova e Mário Zan
- Tarantela - Mário Zan
- Tarde Demais - Arlindo Pinto dos Santos e Mário Zan
- Tatupeba - Palmeira e Mário Zan
- Teimosa - Mário Zan e Messias Garcia
- Teimosa - Mário Zan
- Tem Pena Moreno - Mário Zan e Otaviano Ceregati
- Tempinho Bom - Ignácio de Oliveira e Mário Zan
- Terra da Garoa - Mário Zan e Messias Garcia
- Teu Esquecimento - Mário Zan
- Tira Prosa - Ângelo Russo Reale e Mário Zan
- Toca a Sanfona Bepe - Mário Zan
- Transamazônica - Mário Zan
- Trem de Ferro - Mário Zan
- Trem Doido - Mário Zan
- Três Amores - Mário Zan
- Três Lagoas - Mário Zan
- Triângulo Mineiro - Palmeira e Mário Zan
- Tuba no Arrasta-pé - Mário Zan e Milton José Christofani
- Último Encontro - Ludovico Colognes e Mário Zan
- Um Novo Amor em Meu Caminho - Mário Zan e Messias Garcia
- Vá e Não Volte Mais - Mário Zan
- Vaidade - Mário Zan
- Vai Levando - Mário Zan
- Vai Por Mim - Mário Zan
- Vai que é Mole - Mário Zan
- Valsa da Despedida - Mário Zan
- Valsa da Saudade - João Baptista da Silva, José Aparecido de Genova e Mário Zan
- Valsa do Imperador - Mário Zan
- Valsa dos Namorados - Luiz Alexandre da Cruz Coelho e Mário Zan
- Valsa Tirolesa - Mário Zan
- Vamos Dançar a Quadrilha - Mário Zan
- Velha Porteira - Jader Bruno de Carvalo e Mário Zan
- Velho Pipoca - Euclides Honorato da Costa, Mário Zan e Thesis dos Anjos Gaia
- Velhos Tempos - Mário Zan
- Vem Cá Meu Bem - Mário Aguinaldo Marcondes de Souza e Mário Zan
- Vida Cruel - José Domingos da Silva e Mário Zan
- Vida de Artista - Luiz Vieira Filho e Mário Zan
- Vida de Artista - Mário Zan
- Vieni Sul Mar - Mário Zan
- Virgínia - Mário Zan
- Viva Meu Rio - Henrique Gonçalves da Silva e Mário Zan
- Viva Nossa Amizade - Juvenal Fernandes e Mário Zan
- Você no Meu Pensamento - Mário Zan
- Voltei pra Ficar - Palmeira, Mário Zan e Modesto Pereira da Silva Santos
- Vou Mudar de Opinião - José Alves dos Santos e Mário Zan
- Vou Pro Sertão - Palmeira e Mário Zan
- Vovó Caduca - Nonô Basílio e Mário Zan
- Xote das Rosas - Mário Zan
- Xote de Quatro Passos - Mário Zan e Mauro Pires
- Xote do Fritz - Mário Zan
- Xote Laranjeira - Mário Zan
- Xote Novo - Mário Zan
- Xotes do Mexe Mexe - Mário Zan
- Zan Zan - Mário Zan e Messias Garcia
- Zangadinho - Ângelo Russo Reale e Mário Zan
- Zanzando - Mário Zan
- Zig Zag - Mário Zan
- Zóio de Caxinguelê - Arlindo Pinto dos Santos e Mário Zan

Fonte: http://www.recantocaipira.com.br/mario_zan.html

Discografia 78 Rotações (Incompleta)



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